quarta-feira, 24 de dezembro de 2008
"Quero que você me aqueça nesse inverno...
terça-feira, 23 de dezembro de 2008
Observação ao Thanksgiving
quarta-feira, 3 de dezembro de 2008
A filha de Judy e Vincente
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
Thanksgiving em NYC
segunda-feira, 24 de novembro de 2008
Domingo no parque
quinta-feira, 6 de novembro de 2008
Eleições 2008
domingo, 26 de outubro de 2008
Política
segunda-feira, 6 de outubro de 2008
Cabo Verde/Atenas
quinta-feira, 21 de agosto de 2008
"Eu quero uma casa no campo..."
Sempre sonhei em ter uma casa de campo/montanha (e de praia também). Bom, no fim de semana passado fui para CATSKILLS MOUNTAINS, a umas 3 horas de NYC. Esse seria um desses lugares maravilhosos que passaria os meus sábados e domingos. Bem acompanhado, claro. Lindo. Tão pacato, calmo e charmoso (nem me venham falar que a Serra de Itabaiana é legal também, por favor). Tem cada casa bonita, rústica e aconchegante. E os restaurantes? Ótimos com comida maravilhosa (muitos com carne de caça). Fui em um chamado “Peekamoose”, cuja comida e ambientação eram perfeitas. Quase tinha um orgasmo no restaurante. Hehehe. Deu vontade de abrir um negócio como aquele e ficar por lá mesmo. Sim, talvez ficasse entediado com o tempo. A casa que fiquei era simples, tipo “cabin” (vejam a foto acima). Muito legal. Vi uma que parecia uma cabana de Daniel Boone (é assim que se escreve? foto acima também). Quem é da minha época, sabe do que estou falando (vixe, tô ficando velho). Maravilhoso! Espero voltar em breve.
Miau, miau...
"O mar quando quebra na praia é bonito"
sexta-feira, 1 de agosto de 2008
NYC style 6
NYC style 5
NYC style 4
NYC style 3
NYC style 2
segunda-feira, 21 de julho de 2008
Williamsburg
domingo, 18 de maio de 2008
Não vá de taxi. Vá de metrô!
As cobras estão soltas
As beatas de Dores perdem!
sábado, 17 de maio de 2008
Os tipos da Bakery
- Alemães: sisudos e grandes.
- Ingleses: sotaque engraçado e formal. Adorava atendê-los.
- Franceses: tão discretos, meu Deus! Conversavam pouco, sempre mais baixo e contido.
- Italianos: os mais fashion, os mais bem vestidos e mais alegres que os outros.
- Indianos: nem sei o que dizer, mas o pessoal que trabalhava lá dizia que eles não cheiravam muito bem. Olha só, que preconceito! Não posso confirmar! E ainda que pudesse, não o faria.
- Latinos, em geral: conversadores, falando alto.
- Orientais: apressados, como citado em outro post. Fiz um post so pra eles porque essa característica foi muito marcante pra mim. Eu que sou um exemplo de bom atendimento ao público (hahaha), consegui ficar impaciente com eles.
- Brasileiros: falantes, cheios de amor pra dar. Hahaha. Alguns achavam que éramos escravos (um problema de séculos atrás, que se reflete até hoje na nossa sociedade exploradora) e não eram muito simpaticos. Mas a maioria era simpática sim, "entrona", paqueradora, meio cara-de-pau... Bem brasileiro!!!!!
- Novaiorquinos: meio distantes e apressados, mas extremamente educados. Tem um post só pra eles.
- Americanos, em geral: aqueles vindo do Alabama ou Oklahoma. Eram muito mal vestidos e mal penteados. Uns usavam umas camisas florais, como se estivessem na praia. Camiseta ou camisa de botao por dentro da calça ("santropeito"), com um cinto de couro preto e tênis todo branco. Eles adoram! Umas usavam umas franjas "lindas". Outras davam uma escova "perfeita". Como diz uma amiga minha que está lendo esse blog, parecia uma onça. Uma cafonice danada. E os comentários sobre os doces, sobremesas? "Wow, this is amazing". Sim, são sobremesas muito bonitas (além de saborosas), mas não pra enlouquecer no meio de uma doceria. Os comentários eram um pouco exagerados. Mas também pudera. Só conhecem Big Mac, nunca saíram daquele mundinho provinciano e conservador do meio-oeste americano. Vou querer o quê?
Os apressados
Vamos limpar...?
NYC style 1
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Midtown
Pois bem, Midtown está localizada entre a 14th St. e a 59th St. Essa é a parte da cidade que NYC é mais NYC. Falo isso porque alguns dos principais símbolos e marcos de NYC encontram-se por lá. É a NYC dos arranha-céus, das compras, do consumismo, da fantasia. Entretanto, não significa que é a melhor. Aliás, tem áreas que nem gosto muito. Vou citar alguns lugares, que na minha opinião, devem ser visitados, a depender do interesse e do tempo de cada um. São eles:
- Times Square. Extremamente movimentada e barulhenta, com pencas de turistas do mundo inteiro enchendo o saco dos novaiorquinos (eu? talvez, pois já não sou mais turista. hahaha). É aqui que ficam os famosos teatros da Broadway. Só uma observação: a Broadway é uma avenida que corta Manhattan de cabo a rabo, de norte a sul. Portanto, vocês podem ver endereços com a Broadway ou West Broadway, mas não se tratando dos teatros dos musicais. É também aqui que acontece o famigerado Reveillon. Um saco! Perda de tempo total. Falo sobre isso em outro post.
- Empire State Building (34th St/5th Av.). O mais alto e mais famoso prédio de NYC. Sem mais comentários!
- Rockefeller Center (47-50th St./5th Av.). Claro que todos querem subir até o topo do Empire State para ter uma visão de cima de NYC (olha uma dica boa), mas é no Rockefeller que, sem dúvida alguma, tem-se a melhor visão da cidade, pois fica mais no meio de Manhattan e dá pra ver e tirar foto do próprio Empire State. Perfeito!
- Nações Unidas (46th St./1st Av.). Apesar de eu ter achado a Assembléia Geral e o Conselho de Segurança muito pequenos pra magnitude e importância desse órgão, vale a pena visitá-lo, com certeza;
- MoMA (Museum of Modern Art). Fica na 53th St./5th Av. "A Noite Estrelada" de Van Gogh e "Senhoritas de Avignon" de Picasso estão expostos. Ótimo museu. Fui lá 3 vezes.
- Bryant Park (42nd St./5th Av). É onde fica a New York Public Library e uma pista de patinação, que pelo que já vi e ouvi, é mais tranquila que a do Central Park.
- Flatiron Building (23rd St./Broadway). É um prédio triangular antigo muito legal.
- Macy's (34th St./Broadway). A meca das compras é considerada a maior loja do mundo. Vende quase tudo e de todas as marcas famosas.
- Gramercy Park (21st St./Park Av.). Praça bonita, chique. E lacrada! Só os moradores podem entrar, pois só eles têm as chaves dos portões. Pode? Nós, mortais, podemos andar pela calçada. As mansões ao redor são bem bonitas. Soube que Julia Roberts mora lá.
- Madison Square Garden (8th Av./32th St.). Somente para os fissurados por esportes. É lá que os times de basquete, New York Knicks, e o de hóquei, New York Rangers, jogam. Também tem grandes shows, como os de Madonna.
- Carnegie Hall (57th St./7th Av.). Famosa e antiga casa de shows.
- Grand Central Terminal (42nd St./Park Av.). Interessantíssima central de trens. A abóbada central é bem bonita. Já vi vários filmes rodados lá. Ainda há outra estação em NYC, mas nada digna de visita. É a Penn Station. Só a citei para que vocês não se confundam se precisarem usar o trem ao sair da cidade.
- Catedral de Saint Patrick (5th Av./48th St.). De estilo neogótico, é a sede da Igreja Católica na cidade.
- Waldorf Astoria Hotel (Park Av.). Por fora, nada interessante, mas por dentro é tão bonito! Percorri alguns salões dele. Caríssimo. Tradicional. Antigo. Cole Porter morou lá.
- Chrysler Building (Lexington Av./42nd. St.). Deixei esse por último porque ele é o prédio alto que mais gosto em NYC. Nem sei se é interessante por dentro, mas o adoro por causa da torre em aço inoxidável, que aparenta meio que um foguete. O estilo é o art-déco e apesar de ser modernoso, ele não é novo. Foi construído em 1929 para celebrar um marco da modernidade da época: o automóvel.
Soho
quarta-feira, 7 de maio de 2008
I love NYC
1. Diversidade. NYC é realmente cosmopolita, diversa. Esqueçam Londres e Paris. Elas podem chegar perto, mas nenhuma é como NYC. Isso é motivo pra adorar a cidade? Pode não ser para alguns de vocês, mas é pra mim. Sou brasileiro, com MUITO orgulho, mas morar numa cidade, ainda que só por um tempo, que tem gente de todo tipo, de todas as culturas, é demais. E é realmente assim. TODOS os dias encontro gente lendo jornal em diversas línguas na rua. Um dia desses, enquanto pegava o metrô, um cara na minha frente lia um jornal em russo (sim, consegui entender que aquilo era russo), um outro do lado dele lia uma revista em espanhol, enquanto que do lado deles, havia uma mulher indiana lendo em hindi. Nesse caso, nao entendo aquela língua, mas saquei que era hindi por causa do traje que ela usava. E, claro, americanos, como um outro cara que lia The Economist do lado daqueles. Basta vocês andarem pelas ruas de Manhattan ou Queens ou Brooklyn ou pegar um trem que vão ver essa diversidade louca e interessante. Pegar um metrô da linha E ou 7 é quase como uma viagem pelos continentes. É como viajar de NYC pra Pequim, com escalas na Cidade do México, Nairobi, Berlim, Cairo, Jerusalém, Mumbai, Tonga (sim, porque aqui tem muita gente gorda) e Vladivostok (fui longe, hein?). E pelo fato de ser tão cosmopolita, aqui pode-se encontrar de tudo. Restaurante etíope ou de comida típica do Himalaia, vocês vão encontrar aqui. Lojinha só de artigos militares pra civis como nós, ou de ferros antigos de passar, ou de peças de xadrez (o jogo), vocês vão encontrar aqui também. Pense em qualquer coisa, que ela vai estar aqui, provavelmente.
2. Respeito. Não importa ser preto ou branco, baixo ou alto, gordo ou magro, judeu ou cristão, gay ou hetero. Vocês podem colocar uma planta na cabeça como chapéu, usar um sapato rosa com camisa laranja, ter uma barba imensa chegando no umbigo (isso eu vi mesmo), que as pessoas vao apenas olhar pra vocês. E pronto! Nenhum comentário! Um certo dia, na Union Square, estava aguardando o sinal de pedestres abrir pra eu poder atravessar a rua. Na minha frente, na outra calçada, havia um casal de punks. Ele de cabelo amarelo fogueado, roupa preta e sapato amarelo. A companheira dele tinha cabelos ainda mais loucos cor de rosa, com roupa também louca e ainda uma bota bem alta, com um salto plataforma de uns 20cm. E do lado deles, duas mulheres muçulmanas cobertas até a alma. Só os olhinhos estavam de fora. Tive tempo pra "curtir" aquele momento porque o sinal era demorado (tráfego intenso). Eu olhei e sorri, até porque as mulheres deram uma olhada bem rápida pro casal e pareciam desconcertadas. Foi engraçado. E o cara que sempre vejo que tem todo (eu disse todo) rosto tatuado. Testa, bochechas, tudo. Uma figura como essa não trabalha em qualquer lugar, claro. Nesse caso, ele próprio é um tatuador. Cenas e pessoas como essas são relativamente fáceis de encontrar em NYC. Nao é exagero não. Os cabelos podem ser propositalmente desarrumados, as roupas propositalmente descombinadas (em cores e estilo) e os comportamentos estranhos, mas ninguém se incomoda com a vida dos outros. Deve, sim, existir algum preconceito, mas tudo é muito discreto.
3. Segurança. Mesmo sendo uma cidade grande, NYC é muito segura, totalmente diferente de São Paulo ou Rio. Canso de chegar em casa, andando 3 quarteirões do metrô, às 4 da manhã sem nenhum problema. Saio com carteira, dinheiro, mochila, até máquina fotográfica. Nunca passei por aperto, nunca vi nada de perigoso. Claro que isso aqui não é Oslo ou Zurique. O Bronx ou setores de Queens ou do Brooklyn podem não ser tão seguros. Não é um lugar perfeito, com certeza. Na realidade, quase todos os dias, ouço ou leio sobre algum assassinato que ocorreu na cidade. Mas venhamos e convenhamos! NYC é uma cidade de 8 milhões de habitantes (a região metropolitana, considerando cidades de New Jersey, tem quase 19 milhões), com gente de todo mundo, indo e vindo. É impossível não acontecer tragédias. É como carnaval em Salvador, onde é impossível não ter briga naquela multidão louca por diversão (e eu lá!).
NYC é fascinante mesmo...
domingo, 3 de fevereiro de 2008
Village
O Village (tb chamado Greenwich Village ou West Village), fica em Manhattan (claro), na região chamada Downtown. É um bairro charmoso, com muitas ruas calmas, outras nem tanto (estamos em NYC, não se esqueçam). Muitas delas são bem arborizadas, com casas lindas. Elas são chamadas de "townhouses". São estreitas e tem uns 3 andares, normalmente, e ainda o porão. São bem antigas e caríssimas (como toda moradia em NYC). É no Village que Gisele Bündchen, Gwyneth Paltrow, Liv Tyler, Richard Gere, Sarah Jessica Parker e Matthew Broderick, Rob Lowe e muito mais gente mora. Bom, se tanta gente interessante mora no Village, há um bom motivo. É porque realmente é um lugar bonito, agradável, charmoso. Sim, bem charmoso. Como dica (nao sou guia turístico, mas posso dar dicas de turismo), andem pelas ruas Charles, ou Perry, ou West 11th, ou Bedford, ou Commerce. São lindas. Algumas poucas ruas não são asfaltadas e preservam o calçamento original. Ah! E os restaurantes! Tem uns tão legais, bem pequenos (como quase todos em NYC), mas bem charmosos. Tem um chamado Saint Ambroeus (West 4th St.) que é muito bom. Como um cliente da bakery que trabalhei me falou, só vão famosos, como Jake Gylenhall, Will Smith, etc. Só me atrevi a tomar um chocolate quente lá. Jantar, nem pensar! Um outro lugar legal, famoso por ter tido cenas de Sex and The City, é a Magnolia Bakery (Bleecker St.). As filas são enormes e o lugar é minúsculo. Parece com uma lanchonete dos anos 50. Aliás, a intenção é essa mesmo. As cupcakes são bem populares, mas acho que são iguais às de outros lugares. O que gosto mesmo é o Banana Pudding. Yummy! Creio e espero que isso não vai acontecer (so comi lá pq fui convidado), mas se bater um banzo de comida brasileira, há um bom, pequeno e charmoso restaurante, chamado Casa (Commerce St.). Tem uma moqueca de frutos do mar bem decente. Segundo Sandro, um amigo italiano (mesmo), um excelente e autêntico restaurante de comida italiana é o Da Silvano (6th Av.), que nunca fui, mas Madonna costuma ir. Ainda tem o Pitti, do seu lado. Ambos, sempre lotados. Se quiser ver famosos (li na Time Out), tem o Waverly Inn, que nunca fui tb, num prédio muito antigo (e acho que tombado), onde De Niro e muitos outros frequentam. Bem caro! Ainda tem muitos outros que já fui, tais quais o Cafe Clunny (francês), um de comida escandinava (esqueci do nome), o Brusselles (de comida belga, claro), o Focaccia (italiano), o Agave (mexicano), o Alfama (português) que são ótimos tb. Tem uma excelente loja de queijos e outras iguarias. Fico maluco com os produtos. É a Murray's. E muito, muito mais! Como devem imaginar, o Village é bem boêmio. Há zilhões de bares e pubs de todos os tipos em todos os cantos do bairro, mas principalmente na Bleecker St., Mac Dougal St. e imediações. Ah! Os clubes de jazz! O bom jazz de NYC vc vai ouvir em algum lugar no Village, tal qual o Village Vanguard (7th Av.), onde Miles Davis e outros jazzistas tocaram. É um clássico. Lugar imperdível pros amantes desse tipo de música. Há ainda o Blue Note (West 3rd St.), bem tradicional, onde Sarah Vaughan cantava e Gal e Milton (esse eu vi) já se apresentaram. Foi no Luke & Leroy que Madonna (ela está em todas) se esbaldou de dançar no ano passado. O movimento gay mundial começou por lá, na Christopher St., rua cheia de sex-shops atualmente. A famosa Parsons School of Design, onde Donna Karan e Calvin Klein estudaram, tb fica no Village. Muitos intelectuais moram ou moraram no Village. A imensa (e espalhada) NYU - New York University, fica lá tb. Ernest Hemingway costumava tomar porres num bar na Bedford St. Bob Dylan e Paul Simon, no começo de suas carreiras, tocavam em bares da Bleecker St. A casa mais estreita de NYC fica na Commerce St. Ah! Quase esqueço. Foi no Village tb que trabalhei por 1 ano, na Bruno's Bakery (Bleecker St.).
Como podem ver, o Village é um lugar cheio de história, cultura e diversão. Imperdível!
terça-feira, 29 de janeiro de 2008
"Viajar é fatal para preconceitos, para o fanatismo e para as mentes estreitas"
Pois bem, o título desse post é uma frase de Mark Twain e reflete muito do que penso sobre viajar. E viver, claro. Viajar é viver com mais sabor. É dar um "plus" na vida. Pra mim, é quase tão essencial quanto respirar. Com uma certa dose de exagero, morar em NYC é como viajar pelo mundo. Aqui posso conhecer todas as culturas de todos os povos, com todos os cheiros, sabores e cores de cada uma, ainda que superficialmente. Claro que não existe nada igual a passar 1 ano na Toscana, por exemplo, e devorar todas as massas e vinhos daquele lugar maravilhoso. Ate parece que ja fui la, nao eh? Nao! Cheguei perto, mas nunca estive lá. Hahaha. Também não visitei a Índia, mas sei que conhecer a cultura, religião, hábitos daquele povo tem que ser "in loco". Mas já que não posso viajar como gostaria, resolvi passar essa temporada em NYC. Não tive nenhum grave problema e também nem tudo saiu perfeito. Nao me arrependo de nada do que fiz. Aliás, só me arrependo de uma coisa: de não ter vindo bem antes. Na realidade, se pudesse, moraria aqui por mais uns 10 anos. A decisão de deixar o conforto de casa, o amor da família, um emprego seguro (ainda que temporariamente), os grandes amigos não foi nada fácil. Aqui estou eu, às vezes sozinho, às vezes bem acompanhado, às vezes gargalhando, às vezes chorando, mas estou FELIZ. Isso é o que importa!